Varsóvia é uma cidade que surpreende. Quem chega esperando apenas uma capital cinzenta do Leste Europeu encontra uma metrópole vibrante, com arranha-céus ao lado de palácios barrocos, uma Cidade Velha reconstruída tijolo por tijolo depois da Segunda Guerra e uma cena gastronômica que não deve nada a Berlim ou Praga.
Mais de 85% da cidade foi destruída em 1944. O que você vê hoje no centro histórico — declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO — é fruto de uma reconstrução obsessiva feita a partir de pinturas do século XVIII. Essa história de resiliência está em cada esquina e explica muito da alma polonesa.
Para o brasileiro, Varsóvia é também a porta de entrada mais prática para a Polônia: aeroporto Chopin bem conectado, transporte público excelente, preços ainda amigáveis e uma população jovem que fala inglês com naturalidade.